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Virgindade artificial

No mundo muçulmano, os homens continuam a exigir que as mulheres sejam virgens antes do casamento. Para resolver a situação delas e de outras com exigência semelhante, um invento japonês que simula a virgindade pode ser uma boa oportunidade, diz o jornal espanhol “El País”.

O site da empresa chinesa Gigimo, que comercializa o “Hímen de Virgindade Artificial”, diz que “com este produto, você pode ter sua primeira noite de volta a qualquer hora”.

Colocado na vagina ao menos 20 minutos antes da relação, vai soltar um líquido –totalmente seguro, afirmam– semelhante ao sangue, o suficiente para manchar o lençol de vermelho. Material que pode depois ser exibido pelo marido como suposta prova da virgindade da esposa até então.

“Acrescente alguns gemidos e você não será descoberta”, conclui.

Vários teólogos e imãs no Egito já se mobilizaram para tentar proibir o kit da Gigimo, que é vendido por US$ 29,50. Mas por enquanto não tiveram sucesso.

Abdel-Moati Bayoumi, do Centro de Pesquisas Islâmicas, emitiu uma fátua (decreto religioso muçulmano) que condena os importadores porque “expandem o vício e incentivam as jovens a manter relações ilícitas, ao saber que podem ‘recuperar’ sua virgindade.

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“Preliminares” na Suíça

*Se o direito à sexualidade existe para os deficientes, seus desejos íntimos continuam sendo um tabu e objeto de preconceitos.*

A formação de dez assistentes na Suíça francesa chamou a atenção para um mundo oculto, feito de desejos abafados e carências afetivas. Eles são enfermeiros, massagistas, terapeutas ou artistas. Têm entre 35 e 55 anos e foram formados para responder às necessidades sexuais de pessoas sofrendo de uma deficiência física. Uma tarefa delicada, sobretudo pelo fato de a sexualidade de inválidos ser geralmente rejeitada pela sociedade e alvo de fortes preconceitos. Falar do seu próprio corpo, da sua relação com a intimidade e o sexo não é fácil. Menos ainda se a pessoa é considerada como “diferente”.

Portanto, a “sexualidade de deficientes é um direito que deve ser respeitado e protegido com uma sensibilidade extrema”, declara Ahia Zemp. A psicoterapeuta é responsável pela Seção Deficiência e Sexualidade (FABS, na sigla em alemão) de Basileia, que foi também a primeira associação na Suíça a propor uma formação especial de assistentes eróticos. “A relação com a sexualidade é uma noção extremamente subjetiva. Da mesma forma que beber ou comer, é uma pulsão natural tida não apenas pelas pessoas válidas”, explica. “Os deficientes físicos são muitas vezes considerados como pessoas assexuadas, sendo que, na realidade, têm os mesmos desejos que os outros e têm os mesmos direitos de concretizar sonhos e viver seus desejos”, acrescenta Zemp. Sexualidade e deficiência, um tabu duplo Para responder às necessidades dos novos pacientes, a Associação Sexualidade e Deficiência Pluriels na Suíça francesa (SEHP) acaba de formar seu primeiro grupo de assistentes sexuais diplomados. Em breve, os seis homens e quatro mulheres irão acompanhar os vinte profissionais já ativos na Suíça de expressão alemã, quebrando dessa forma um tabu duplo: o da sexualidade e da deficiência física. O projeto começou em 2002, quando a organização de apoio Pro Infirmis elaborava um programa educativo nesse sentido. Na época, a novidade havia tido tal impacto midiático, que inúmeros doadores decidiram anular suas doações.

A justificativa: muitos qualificavam a assistência sexual para deficientes como uma “forma latente de prostituição”. A consequência para a Pro Infirmis foi a perda de 400 mil francos em poucos meses e a decorrente decisão de interromper o projeto. Dois anos mais tarde, e seguindo o impulso da sua presidente Aiha Zemp – ela própria deficiente – a FABS decidiu retomar a idéia e inaugurou a primeira formação para assistentes sexuais. Hoje em dia, cinco anos após o lançamento, o balanço feito por Aiha Zemp é largamente positivo, mesmo se críticas ainda são ouvidas. Rejeitado nos países católicos, como a Itália, esse trabalho está longe de ser um piomeirismo helvético. Outros países, como a Holanda, Alemanha e Dinamarca, também têm serviços semelhantes. Já nos anos de 1980, eram formadas nos Estados Unidos e no norte da Europa profissionais para apoiar deficientes nos seus desejos sexuais. O trabalho chega mesmo a ser custeado pelos seguros de saúde em alguns países escandinavos. *Sem catálogos.* A Suíça não chegou a tanto. O principal desafio é conquistar aceitação pelo trabalho. E no que este consiste verdadeiramente? “Não temos um catálogo de apresentação”, explica Catherine Agthe Diserens, presidente da SEHP. “Cada caso é único e deve ser avaliado separadamente para melhor compreender o que as pessoas que nos procuram necessitam e como podemos ajudá-las a se sentir melhor”. Um diálogo que se constrói também através da ajuda de educadores e da família, a partir do momento em que o grau de deficiência o exige.

Da massagem erótica às carícias, até o strip-tease ou masturbação: o leque proposto é extenso e responde simplesmente às necessidades de uma intimidade geralmente reprimida e mesmo estigmatizada. “Cada assistente oferece com empatia e respeito um pouco de ternura contra uma remuneração que vai de 150 a 200 francos por hora”, relata Catherine Agthe Diserens. “Por vezes, o trabalho é simplesmente descobrir o prazer de reencontrar uma funcionalidade perdida após um acidente, enquanto que, em outras circunstâncias, a relação pode ir até uma relação oral ou a penetração.” “Solicitar a ajuda de assistentes sexuais não é a solução para cada problema, mas isso permite cobrir um vazio, cuja existência até então era negada”, lembra Aiha Zemp. ** *Um trabalho difícil.* Ao contrário da prostituição, o acompanhamento sexual de deficientes só pode ser iniciado após um trabalho pontual de educação, orientado pelo respeito ao outro, pela ética e a escuta. “Os assistentes sexuais devem ser pessoas equilibradas, conscientes da sua própria sexualidade e não sentir desconforto com a deficiência. Além disso, eles devem manter outro trabalho a tempo parcial.

Também é preciso informar os próximos da sua escolha profissional”, detalha Dieserens. “É uma experiência transtornadora. Colocamos tudo em questão: nossas idéias, nossa relação com o corpo e outros”, revelava Jacques, um assistente sexual que acaba de receber seu diploma, durante uma entrevista à rádio. Casado, pais de três crianças, Jacques relata que sua esposa apoiou sua decisão com naturalidade, sobretudo devido aos limites fixados por ele próprio desde o início: “Me dedico ao corpo, à pele, aos órgãos dessas pessoas. Não posso lhes negar massagens, carícias íntimas, mas não chego à penetração. O beijo – e o resto – está reservado a uma só pessoa bem determinada na minha vida.”

A formação dura 18 dias, distribuídos por um ano, e acrescida de uma dezena de horas de trabalho em casa. Os custos chegam a 4.200 francos, o que mostra a motivação dos que escolhem o caminho. Apesar do reconhecimento de muitos, a formação continua sendo difícil de explicar à família e até mesmo a si próprio. O fato de que, de um ponto de vista legal, o trabalho de assistente sexual seja assimilado à prostituição e esteja impregnado de uma conotação negativa não facilitam. Mas para Aiha Zemp, esses profissionais estão apenas levantando o véu de um universo oculto, feito de desejos rejeitados e perturbações afetivas. Um mundo que deve ser abordado com um olhar diferente, ao se tratar de deficientes físicos. Uma diferença que tem um grande valor para aqueles que, como Jacques, conseguem transpor a deficiência e os temores que muitas vezes ela inspira para começar a escutar a necessidade íntima de ternura.

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Aliona: filha, artista e puta

Aliona se convenceu de que artistas tem que procurar outra profissão: artista não é profissão. Puta? A profissão romântica e antiga está aberta para ela, enquanto jovem. E, mais importante, ela pode fazer da prostituição objeto de sua arte (que paga suas contas):

http://sunsite.cs.msu.su/wwwart/aliona/

Art is luxury
It must therefore be expensive

click here to see
full-size picture
of Aliona

contact
Aliona!

Photographing artist’s naked body in any position, 45 min $1499
Videofilming artist’s naked body in any position, 45 min $4999
Voyeurism (looking at artist’s naked body in any position), 30 min $299
Voyeurism advanced (looking at artist’s naked body in any position and touching it with hands), 30 min $399
Voyeurism extra advanced (looking at masturbating artist), 30 min $499
Voyeurism complex (looking at copulating artist, possibility of masturbating for a customer), 30 min $599
Masturbation, joint with a customer, 30 min $799
Sex, vaginal, 45 min $1499
Sex, anal, 45 min $1599
Sex, oral, 45 min $699
Complex individual service (all kinds of copulating, massage), 45 min $2999
Group service, no more than 5 customers in 45 min $2999 +$999
for each
additional
customer

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Gabriela Leite lança Filha, Mãe, Avó e P.

Gabriela Leite está soltando um livro sobre sua vida puta. É ontologia pura. Ontologia puta. Que ela pariu.
O erotismo, o orgasmo, os lapsos de lucidez são parte dos comércios a afeto, a presentes ou a dinheiro. E espalhar erotismo é trabalho, é militância, é ativismo. Sempre há economia. Muitas economias. Ou então nem arrumem a casa, deixem a vassoura largada na porta e saiam pelas ruas, nossa casa é nossa rua – em linha reta. Ou fazemos as voltinhas, o chamego vale o feijão, a lambida vale o lero. Gabriela Leite (MILK) ferve.
Uma entrevista com ela:
“Trabalhadora do sexo é hipocrisia”
Dom, 19 de Abril
Gabriela Leite, criadora da ONG Davida, diz que seria bom que os nomes considerados palavrões se tornassem comuns e lança livro explicando por que, mesmo não precisando, decidiu ser prostituta. Hoje, aos 51 anos, há duas décadas dedicada às causas das trabalhadoras do sexo e criadora da ONG Davida, de onde surgiu a grife Daspu, ela lança seu livro de memórias. Filha, mãe, avó e p… (Editora Objetiva) conta a história desta decisão e os caminhos por onde ela passou, além de orientar suas “colegas” em relação à profissão.

Martha Mendonça – revista Época
A filósofa paulistana Gabriela Leite não precisava ser prostituta, mas decidiu que esta seria sua profissão. Hoje, aos 51 anos, há duas décadas dedicada às causas das trabalhadoras do sexo e criadora da ONG Davida, de onde surgiu a grife Daspu, ela lança seu livro de memórias. Filha, mãe, avó e p… (Editora Objetiva) conta a história desta decisão e os caminhos por onde ela passou, além de orientar suas “colegas” em relação à profissão. Casada, duas filhas e uma neta, Gabriela garante que não tem nenhuma vergonha de seu passado. Quando alguém pergunta, não hesita em dizer que é “prostituta aposentada” – mesmo sabendo que vai chocar seu interlocutor. Também não desaconselharia sua neta, caso ela quisesse seguir a mesma profissão. “Eu diria apenas que ela lutasse por seus direitos”, afirma.
ÉPOCA – Por que você escreveu este livro?
Gabriela Leite –
Sempre quis escrever alguma coisa sobre o que já vivi. Acho que boas histórias merecem ser contadas. Há três anos recebi o convite da editora Objetiva e comecei. Demorei a entregar. Escrever foi dolorido, lembrar de certas coisas não foi fácil.
ÉPOCA – Você não virou prostituta por dificuldades financeiras, mas, nas suas próprias palavras, “por curiosidade e pela vontade de fazer uma revolução pessoal”. Pode explicar isso melhor?
Gabriela –
Sempre gostei muito da noite. Meu pai foi crupiê profissional. Ele estava sempre elegante, esse glamour da década de 50 me impressionava. Quando eu era estudante, ficava num bar e via as meninas que frequentavam uma boate embaixo do hotel Hilton, em São Paulo. Achava muito charmoso, queria saber como era viver aquilo. No fundo, eu queria trabalhar na noite. Além disso, sou da geração da virada. Fui criada para casar virgem, mas depois inventaram a pílula, a liberdade começou e tudo mudou. Eu era uma bobinha, queria aprender mais. Achei que ser prostituta seria uma forma de conhecer muita coisa.
ÉPOCA – Você alguma vez sentiu vergonha por ser ou por ter sido prostituta?
Gabriela –
Jamais. Não me sinto carregando nenhum estigma. No começo da vida na prostituição, senti o peso. Hoje gosto, tenho orgulho. No livro, não foi nada difícil escrever sobre prostituição. Saiu tão fácil quanto comer arroz com feijão. Difícil foi relembrar outras coisas, familiares, afetivas.
ÉPOCA – O preconceito hoje é menor do que quando você estava na ativa?
Gabriela –
É menor, sim, mas ainda existe muita hipocrisia. Ainda querem manter a prostituta no escuro do mundo. Outro dia eu estava num bar e havia um senhor destes solitários, que fica puxando conversa com todo mundo. Eu estava com umas amigas e lá pelas tantas ele perguntou o que nós fazíamos. Respondi: sou prostituta aposentada. Ele levou um susto: “O que é isso, minha senhora? Se é verdade, não precisava ficar falando por aí! Hoje a senhora era uma mulher direita. Esconda o passado!” Mas é verdade que diminuiu bastante. As prostitutas das novelas são sempre amadas, como a Bebel da Camila Pitanga em Paraíso Tropical. Ela fez laboratório conosco para viver o papel.
ÉPOCA – Esse personagem foi um marco para as prostitutas?
Gabriela –
Sim. Ela começou com um papel coadjuvante e virou a personagem mais querida da novela. As novelas brasileiras são muito importantes na formação cultural do país. Numa novela mais antiga, Laços de Família, a Giovanna Antonelli viveu a Capitu, uma garota de programa. Mas ela sofria demais, sabe? A Bebel era mais parecida com a realidade das prostitutas, que são alegres, irreverentes.
ÉPOCA – Mas não existe uma tendência a se romantizar a vida da prostituta?
Gabriela –
O que existe são dois polos opostos: ou se romantiza ou se apresenta como pior do que realmente é. Ambos são falsos e não ajudam as pessoas a entender o que realmente é esta vida.
ÉPOCA – Como suas filhas e sua neta encaram a sua exposição como prostituta e o lançamento do livro com suas histórias?
Gabriela –
Minha neta de 16 anos acha tudo maravilhoso, ela é uma fã da história e não tem preconceito. Já com as minhas filhas é diferente, houve altos e baixos. Eu as compreendo. Elas sofreram na escola. Elas eram o maior palavrão da sociedade, eram as filhas da p… Não foi fácil. Fui mãe solteira das duas. Não de clientes, mas de homens que eu amei.
ÉPOCA – Se uma de duas filhas ou sua neta resolvesse ser prostituta, qual seria a sua reação?
Gabriela –
Eu diria a elas que, na baixa prostituição, as condições não são boas. Mas existe a alta prostituição, onde a situação é melhor e se ganha mais. Mais do que tudo, elas precisariam ser batalhadoras, como eu, que me dediquei à luta pelos direitos da classe.
ÉPOCA – Por que você largou a prostituição?
Gabriela –
A militância me tirou do trabalho. Aos poucos eu tinha pouco tempo para atender os clientes e fui, naturalmente, me aposentando. Mas não foi fácil.
ÉPOCA – Por quê?
Gabriela –
Foi um choque para mim. Eu morava na Vila Mimosa, região de prostituição no Rio. Saí de lá e passei muito tempo para lá e para cá com uma sacolinha, que era a minha mala. Lá dentro tinha umas roupas, calcinha, xampu, sabonete. Não tinha mais casa, não podia mais morar na zona se não estava mais na ativa. Então ficava em casa de amigas, viajava para formar associações e me hospedava onde podia, como hotéis baratos. Deixei minhas coisas no guarda-móveis e demorei muito a fixar residência de novo. A mudança me abalou muito.
ÉPOCA – E seu marido? Quando vocês se conheceram, você ainda trabalhava como prostituta?
Gabriela –
Sim, nós nos conhecemos numa ONG em que ele trabalhava e me aproximei para parcerias ligadas aos direitos das prostitutas. Ele não demonstrou preconceito. Começamos meio de bobeira, depois é que foi ficando mais sério. Ele é muito especial. Não poderia ser outro homem.
ÉPOCA – No livro, você fala dos mandamentos das prostitutas. Um deles é jamais se apaixonar por um cliente. Nunca aconteceu com você?
Gabriela –
Nunca. Eu até me divertia, podia ter prazer. Mas me apaixonar, jamais. Ter relação com um cliente é uma chatice. Mas há muitas profissionais que anseiam por um dia se casar com um cliente. O problema é que, na primeira briga, eles vão jogar na cara delas: “Se não fosse eu, você ainda estaria na zona”. Não dá certo. Homens são complicados, se sentem donos das mulheres. Eu me apaixonava por outros homens. Apesar de morar na zona, eu frequentava samba, gafieira e conhecia muita gente.
ÉPOCA – Outro mandamento é não ter cafetão. Você nunca teve?
Gabriela –
Não. No começo eu era bobinha e um português chegou a se aproximar de mim, me convencer. Mas logo senti a pressão e fui embora. Imagina, ganhar dinheiro e dar tudo para outra pessoa que fica controlando sua vida e muitas vezes é violento. O ideal é ficar longe. Hoje oriento as prostitutas para isso e a grande maioria trabalha sozinha. Os ventos da libertação das mulheres chegaram à zona.
ÉPOCA – No seu relato, você fala que há muitas prostitutas lésbicas. Arrisca alguma explicação para isso?
Gabriela –
Há quem diga que as prostitutas ficam de saco cheio dos homens. Ou talvez pareça que há mais lésbicas no universo das prostitutas porque há mais liberdade, menos preconceito, para expor as preferências sexuais.
ÉPOCA – Quais são os seus preconceitos?
Gabriela –
Em termos morais, nenhum. Mas tenho preconceito com o politicamente correto, que limita o mundo, engessa as pessoas e crias definições simplistas para coisas complexas.
ÉPOCA – Como a prostituta prefere ser chamada? Há tantos nomes.
Gabriela –
As minhas colegas das América Latina detestam ser chamadas de prostitutas ou putas. Gostam de “trabalhadoras do sexo”. No Brasil, também gostam de “profissionais do sexo”. Mas, na minha opinião, isso também preconceito. Seria bom é que os nomes considerados palavrões se tornassem comuns, sem a carga que têm hoje. Por exemplo: p… é um nome forte, sonoro. Gosto de ser chamada de p…, prostituta. Meretriz, então, acho lindo.
ÉPOCA – Você teme as críticas ao seu livro?
Gabriela –
Outro dia um site falou do meu livro e, nos comentários, um leitor me xingou, disse que eu não valia nada. Por outro lado, recebi o email de uma mulher que achou o meu livro lindo. Está chegando às livrarias esta semana. Vamos esperar pra ver.

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